Archive for setembro \28\UTC 2011

Vintage CupCakes

Dia desses passeando no Shopping me vi atraída pela vitrine do quiosque do Vintage CupCakes. Os bolinhos são lindos, apetitosos, mas o sabor não corresponde à aparência.  Achei os bolinhos massudos e pesados e a cobertura de chocolate, na verdade era um glacê, daqueles meio gordurosos.  Não valem os cinco dinheirinhos (acho que foi isso). Agora vamos combinar: a caixinha é linda!

Faço cupcake em casa e uso a massa mais fofa, bem levinha, receita que peguei com a Nigella. Vou colocar a receita que é sucesso na certa. Eu uso cobertura de limão, mas pode ser de chocolate, nutela ou o que mais voce pensar…até geléia fica delicioso. A massa também pode levar chocolate, cacau ou pedaços de nozes ou castanhas.

Ingredientes:

125 g de farinha de trigo,

125 g de açúcar

125 g de manteiga

2 ovos

1/2 colher de chá de essência de baunilha

2 colheres de sopa de leite

1 colher de chá de fermento

Modo de preparo: Bata tudo na batedeira, exceto o leite, que deve ser acrescentado por último. Coloque massa em cada forminha (daquelas para cupcake mesmo, de papel – mas eu coloco elas dentro de forminha de empada) e leve para assar em forno quente por 20 minutos.

 Cobertura

Açúcar de confeiteiro

2 claras

suco de limão

Modo de preparo: Bater as claras em neve na batedeira, juntar o açúcar e o limão. Espalhar sobre os bolinhos.

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Artesanato: Reciclando Vidros II, com PAP

Ooooooooooi! Sentiram minha falta 😀

Sim, eu sei, eu meiqui abandonei vocês né? Mas tô de volta, e com novidades.

O PAP de hoje é para atender aos pedidos dos vários e-mails que recebi depois que meus vidrinhos apareceram lá no Mural do Vila do Artesão. Então ai vai:

Após lavar, retirar rótulos e secar vidros e tampas, inicie sua reciclagem tirando as medidas do vidro. No caso do meu vidro as medidas foram de 27 cm de circunferência e 7 cm de altura. Essa medida da altura foi definida por mim, você pode escolher quanto quiser, tudo depende de quanto do vidro deseja deixar à mostra

O próximo passo é definir os tecidos que serão usados e cortá-los. Deixe 1 cm a mais quando for cortar a medida da circunferência, na altura não precisa, pode cortar com a medida exata.

Se você for usar alguma fita, sianinha, passamanaria, passafita, viés, ou qualquer outro adorno, também já pode cortar.

Nessa etapa, dependendo do que você usar, é necessário o uso da máquina de costura. Caso você não tenha, ou não queira usá-la, basta cortar o tecido com tesoura de picote, para dar um acabamento melhor e evitar que o tecido desfie. Para colocar fitas e demais adornos você pode optar pela Cola Pano.

Eu montei a roupinha do meu vidro usando um tecido de fundo, passa fita com fita de cetim na parte superior e viés para dar acabamento e prender o passa fitas.

Aqui não tem como escapar da costura, seja na máquina ou à mão. Unindo direito com direito do trabalho, costure pelo avesso fechando a roupinha do vidro na medida da circunferência.

Vista seu vidro com a roupinha pela parte de cima (bocal). Vá escorregando o tecido sem forçá-lo, ele deve ficar justinho no vidro. Se estiver muito frouxo basta costurá-lo novamente diminuindo a circunferência.

Deixe a costura de frente pra você, é nela que você começará a etapa mais difícil de todo o processo, escolher entre tantos fuxicos, botões e afins 😛

Usando cola quente você irá colar seus enfeites somente no tecido, sempre escondendo a costura. Se você colar no vidro logo, logo eles descolarão e, se você precisar lavar o vidro irá danificar o trabalho. Colando somente no tecido basta tirar a roupinha do vidro e ela estará segura para ser usada depois.

Deite o vidro e monte a arte antes de colar, defina o local de cada enfeite, os botões e etc, só depois cole cada um, assim não terá arrependimentos. Essa é, na minha opinião, a parte mais prazerosa, por isso, não tenha pressa. Se possível deixe ela por último, como eu faço (apresentei ela agora por uma questão de sequência lógica, mas ainda temos que fazer a tampa do vidro)

Corte o tecido para a tampa. O meu tem a medida de um pires, mas isso é você quem define, tudo depende do quanto de babado deseja em sua tampa. Como o vidro já é bem cheio de enfeites eu prefiro uma tampa mais simples e discreta.

Cole o tecido com Cola Pano e vá fazendo o babado ao redor da tampa. Para reforçar e não correr o risco de descolar eu uso fita de cetim, sianinha ou viés para dar acabamento. Para colocá-los eu uso a cola quente em pequenas gotinhas ao redor da tampa (depois que o tecido já estiver bem colado). Também não uso muitos enfeites na tampa para que seja fácil seu manuseio, afinal o vidro é para ser “usável”, além de enfeitar, é claro.

E finalmente seu vidro ficará assim:

Beijos 😀

A Batalha do Apocalipse – Eduardo Spohr

Eu li A Batalha do Apocalipse, de Eduardo Spohr,  e recomendo a todos que gostem de livros de ficção. É simplesmente um dos melhores livros que li nos últimos dias e olha que eu leio muito…

O livro conta a história de um anjo renegado que foi expulso dos Céus pelo Arcanjo Miguel já que não concordava com o ódio deste pelos humanos da Terra. Desde então ele vive aqui misturado conosco. Mas o dia do Apocalipse está chegando e ele se vê forçado à batalha.

O livro é tão delicioso que ao narrar a história temos a impressão de que os fatos são verdadeiros e não apenas ficção, pois o autor mistura com maestria a História do mundo com sua história. O livro é dividido em três partes Vingadora Sagrada, Ira de Deus, e Flagelo de Fogo.

O livro vai num crescendo que você se sente mergulhando na historia que se desenrola e ansiosa pelo que vem a seguir, realmente Sphor me impressionou com sua mente criativa, criando uma historia viciante e maravilhosa.

Quem tem preguiça de ler (tsc, tsc, tsc…coisa feia) vai se assustar com suas quase 600 páginas, mas tente, pois a leitura apesar de necessitar de atenção, visto os numerosos detalhes, flui bem e vale cada minuto que lhe foi dedicado.

E um pequeno mais importante detalhe que vai pasmar aqueles que acham que livro bom é livro importado: Eduardo Spohr é brasileiríssimo!!!!!

Um link de outra resenha que conta um pouco sobre o lançamento do livro.

A Mediadora – Meg Cabot

Eu adoro Meg Cabot. Para quem não a conhece, uma dica : foi inspirado nos livros dela que os filmes Diário da Princesa foram feitos.  Geralmente seus livros são leituras rápidas, leves e divertidas. Gosto tanto de seus livros mais adultos quanto dos mais juvenis.

Hoje vou falar de uma série de 06 livros chamada A Mediadora. Nessa série vemos a vida de Suze, uma adolescente que além de ter de lidar dos trololós típicos da idade tem que conviver com o fato de que pode se comunicar com os mortos e que estes insistem em visita-la, nem sempre de bom humor.

A personagem, super bem construída, é muito legal pois é divertida, não tem papas na língua e não se incomoda em usar os punhos para resolver seus problemas, seja com os vivos ou com os mortos.

Eu recomendo!

A série é composta por: A terra das sombras, O arcano nove, Reunião, Hora mais sombria, Assombrado e Crepúsculo .

Unha da Minie

Essa é tão antiga que nem lembro mais os esmaltes que usei…ficou gracioso!! Eu fiquei com medo de dicar um “carnaval”e acabei optando por usar uma base e fazer o desenho somente em uma das unhas…mas acho que cabia mais…rs




679 – Hits + Na Mira 3D – Impala

Usei o 679 da hits por queria um esmalte sóbrio sem ser chato. Queria uma cor fechada que ficasse com uma cara de inverno, em homenagem ao frio demeudeus que tem feito no Rio. Mas como também queria dar um up decidi fazer uma inglesinha com o na mira 3d da impala. Achei que o brilho do mira combinou super bem com o azul petróleo misturado com um quê de chumbo do 679. No vidrinho aparecem uns brilhos azuis, mas na unha não os vi, acho que são aqueles que fazem a cor não ficar chapada, parecendo tinta de parede, sabe, aqueles que servem para dar profundidade ao esmalte e o deixam lindo, lindodimais.

Direito do Consumidor #01

Uma das coisas que meus clientes mais perguntam é por que a empresa  x (seja ela qual for) faz isso ou aquilo sabendo que é contra a lei, sabendo que vai causar dano ao consumidor e sabendo que se o lesado recorrer a Justiça vai acabar ganhando um dindinzinho.

Bem, a resposta é: por que para eles está saindo mais barato pagar uma ou outra condenação em danos morais do que se ajustar ou agir conforme a letra da Lei.

Na verdade, as empresas contam com alguns fatores: primeiro eles contam com a ignorância dos consumidores a respeito de seus diretos, em segundo com a reputação da lerdeza absoluta que paira em nossos tribunais e em terceiro, com o fato de que a maioria dos Juízes não tem peito para aplicar a Lei de forma correta.

Mas, Thereza, como assim? Vou explicar com um exemplo: A lei determina que somente pode haver negativação de credito até 05 anos após o vencimento da dívida, ou seja, se a dívida venceu em 16 janeiro de 2006, o consumidor só pode ficar com alguma restrição creditícia até 15 de janeiro de 2011. A inserção de negativação após essa data ou a manutenção é ilegal e indevida e gera, por si, dano moral a ser indenizado. (cuidado!, a dívida não desaparece, o que acaba é o direito de credor de inserir o devedor no serasa, spc…)

Mesmo ciente disso as empresas negativam o consumidor após os 05 anos ou vendem a divida para outras empresas e estas operam a negativação, as vezes mais de 10 anos depois. E porque?

Como já disse acima as empresas jogam com a sorte. No brasil temos hoje em torno de 14 milhões de analfabetos, se a pessoa não sabe nem escrever ou ler, você acha que ela vai entender alguma coisa sobre direito do consumidor?. A maioria dos brasileiros paga dívidas vencidas, paga para tirar o nome do spc, por desconhecer que ele nem poderia ter sido colocado novamente. (não estou fazendo uma ode a inadimplência, mas não concordo com constrangimento para forçar pagamento.)

As vezes mesmo sabendo que o que lhe foi feito poderia ser atacado por via judicial, o consumidor desanima, sabendo que pode ficar 1, 2, 3, 4….anos batalhando para receber alguma coisa. E isso é verdade. Não depende do advogado, do caso ou do tipo de processo e sim da incapacidade estatal de prover uma justiça célere, seja por falta de vontade ou de estrutura (porque por falta de grana não é…os tribunais arrecadam muuuuuito dinheiro todo ano, vide as obras faraônicas…).

Os Juízes não tem coragem ao quantificar os danos, pois a lei é clara o dano moral tem duas bases em que se apoiar: o caráter punitivo (aquele que vai punir a empresa pelo ato errado) e o educativo (aquele que faz fazer a empresa pensar duas vezes antes de cometer o mesmo erro de novo). Se isso fosse levado a sério teríamos indenizações que doeriam no bolso das empresas e as fariam pensar dez vezes antes de fazer a mesma coisa, pois se a condenação por uma negativação indevida fosse de 10 ou 20 mil reais ou invés dos usuais 1,5 a 3 mil reais, certamente elas se esforçariam mais para não errar, pois uma coisa é um banco pagar 1000 condenações de 1,5 mil reais (1,5 milhões) e outra é pagar 1000 condenações de 20 mil reais (20 milhões)

Finalizando, por que as empresas erram? Por que o estado não dá a grande maioria do povo a educação necessária e porque o judiciário deixa!